EDITORIAL

 

 

 

 Veredas nasceu de maneira singular. Numa conversa de amigos, daquelas em que encontramos soluções para todos os problemas, desde a criação do universo até a origem das angústias existenciais, começamos a falar de jornal, sonhos e leituras. Naquele momento vislumbramos a possibilidade de escrever noticiando, ou noticiar escrevendo sobre tudo que estivesse relacionado a vida de nossa cidade, país e porque não, do mundo. Afinal, apesar das aparências, estamos incluídos nele. E entre goles de vinho, lembramos de maio de 68, o marco das manifestações de variadas origens, mas que teve importância vital no modo de pensar, nos costumes e no comportamento das gerações que se seguiram. De uma certa forma, somos herdeiros, e colhemos as benesses e os flagelos daquela inquietação romântica, que parecia orquestrada para sacudir o mundo. Estava eleito o tema do primeiro número.

“Seja realista, deseje o impossível”. Embriagados pela lucidez do paradoxo de Marcuse colocamos em marcha o projeto. A idéia é ser plural e apartidário. Político só no sentido Aristotélico do termo. Estamos otimistas. Já pensamos em dobrar a tiragem. Ah.. “Veredas” é nossa singela homenagem ao grande Guimarães Rosa, que profetizou: “Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende”.
 

 

 

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